terça-feira, janeiro 22, 2013
O DISCÍPULO E A PALAVRA
terça-feira, novembro 27, 2012
O ESPÍRITO SANTO E A EVANGELIZAÇÃO NO PROCESSO DE PLANTAÇÃO DE IGREJAS
sexta-feira, agosto 17, 2012
OS SERVOS E OS TALENTOS - Dr. Russel Shedd
quinta-feira, maio 17, 2012
TENHO SEDE!

A FÉ SALVADORA
sábado, maio 12, 2012
O GUARDA DAS FONTES - Peter Marshall
quarta-feira, abril 04, 2012
ESTER: UMA MULHER NAS MÃOS DE DEUS
terça-feira, março 20, 2012
20 anos de ministério pastoral - Rev. Walter B. Czinczel
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| Eu, Laércio e Simonton no apto do JMC |
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| Comissão de Ordenação do PLIS |
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| Damiana, Jonathan, Jomes e Eu - Barra Bonita |
segunda-feira, janeiro 30, 2012
A PRÁTICA DA MEDITAÇÃO
Cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus. O apóstolo Paulo
nos diz que “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a
repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de
Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra” (2 Timóteo
3.16,17). É por meio das Escrituras
Sagradas que conhecemos a Deus, Sua vontade e propósitos para cada um de nós.
Assim, o que se requer de nós cristãos é uma disposição em ouvir o que Deus nos
tem a nos ensinar. O Rev. Billy Graham afirma que “à medida que lemos e
meditamos na Bíblia, o Espírito Santo – que inspirou a Bíblia, como sabemos –
vai nos convencendo de pecados que precisam ser erradicados e nos dirige ao
padrão de vida que Deus quer para nós. Sem a Palavra de Deus não pode haver
crescimento espiritual duradouro”. A meditação era uma prática dos grandes
servos de Deus. Isaque, Davi, Daniel, entre muitos outros, praticavam a arte de
meditar (Gn 24.63; Sl 63.6; Dn 9.2). Contudo, observamos que a prática da meditação
é uma arte esquecida em nossos dias. Devemos hoje nos juntar à tradição bíblica
e uma vez mais aprender a arte da meditação.- Separe um momento diário para estar a sós na presença de Deus: Sl 119.97
- Valorize a qualidade e não a quantidade. “Você não precisa ler a Bíblia durante o ano, mas precisa ler a Bíblia com proveito o ano inteiro”.
- Sublinhe o que achar mais interessante. Faça anotações num diário, destacando a mensagem de Deus e sua aplicação em sua vida.
- Ore pedindo que Deus fale ao seu coração. Devemos nos aproximar da Bíblia como palavra pessoal de Deus para nós.
terça-feira, janeiro 17, 2012
Salmo 7 - Sondas a mente e o coração
Neste salmo Davi pede que Deus julgue sua integridade, bem como, as ações de seu inimigo[4]. Ele Sabe que o Seu juízo é justo e retribuirá conforme as obras de cada um. Estava sendo acusado de ter usurpado o trono de Saul e seu acusador proferia-lhe maldições. Mas esta acusação era injusta; Davi havia poupado aquele que sem razão o oprimia, pois não ousou pôr a mão no ungido do Senhor.
O conhecimento da onisciência divina deve nos levar a sondar os nossos corações e nossos sentimentos mais íntimos, submetendo-nos a correção e a orientação do Senhor (ver Salmo 139.23,24). “Porque”, conforme nos diz Paulo, “se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. Mas, quando julgados disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo”[5].
[1] Samuel 16.7[2] Mateus 6.8[3] Eclesiastes 12.14[4] Provavelmente este inimigo seja Simei, descendente de Saul cf. 2 Sm 16.5-14.[5] 1 Coríntios 11.31,32
quarta-feira, janeiro 11, 2012
A PRÁTICA DA CONFISSÃO 1 João 1:5-9

Uma vez que somos feitos novas criaturas em Cristo Jesus, somos exortados a crescer na graça e no conhecimento de Jesus. Portanto, devemos desenvolver a nova vida. Assim quero falar-lhes sobre “A Prática da Confissão”. O Rev. J. MacArthur nos lembra que “a confissão é sempre o modelo da vida do cristão e constitui uma das chaves essenciais para o crescimento espiritual”.
1. O Cristão e o Pecado.
a) O Cristão é alguém que foi liberto do domínio do pecado pela obra de Cristo. João no versículo 7 de nosso texto é enfático: “... e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado”. A Bíblia nos ensina que Jesus é Salvador (Mateus 1.21). Ele veio para salvar os homens do pecado, não somente das conseqüências do pecado – o inferno e o juízo – mas do próprio pecado. Não há salvação sem Jesus e Sua obra (1 Pedro 1.9; Apocalipse 1.5).
b) O Cristão é alguém que não vive na prática do pecado. Em 1 João 2.1, 2 o apóstolo fala-nos não de uma ação habitual, mas, sim, de atos individuais. “O cristão não vive continuamente no pecado, mas atos individuais de pecado ocorrem e estes precisam ser confessados”. Quais as consequências do pecado na vida do cristão:
ü Quebramos a comunhão com Deus: Is 59.2
ü Há falta de prosperidade: Provérbios 28.13
ü Sofremos enfermidades: Salmo 32.3,4
“Aquele que encobre o seu pecado nesta vida o terá descoberto na próxima, e aquele que confessa a Deus nesta vida jamais o verá exposto no provir” – Lucas 12.2,3. Assim, o caminho para a restauração da comunhão com Deus é o caminho da confissão, do arrependimento. O cristão é alguém que reconhece a graça de Deus em sua vida e agradecido vive para O honrar. Ou nas palavras do rev. J. MacArthur “afastamo-nos do pecado para não pisotearmos a Sua graça”.
domingo, janeiro 01, 2012
quinta-feira, dezembro 29, 2011
O MISSIONÁRIO

Ele achou primeiro a seu irmão e o levou a Jesus (Jo 1.41-42).
quarta-feira, novembro 30, 2011
DEUS, NOSSO AMIGO - SALMO 23

Não há dúvidas que este salmo é uma das passagens mais conhecidas de toda a Escritura. Muitos o conhecem de cor. Concordo com Derek Kidner que afirma que “a simplicidade deste salmo tem profundidade e força por trás dele”. Nós nos referimos a este texto como o salmo pastoral, uma vez que Deus Se revela como o nosso Pastor. Contudo, se atentarmos bem, veremos que o Senhor nos diz que, além de ser o nosso Pastor, Ele é o nosso Amigo.
Um amigo é uma das maiores bênçãos na vida, ainda que verdadeiros amigos sejam raros. Muitos são nossos amigos quando tudo vai bem, mas poucos são aqueles que permanecem ao nosso lado quando estamos doentes, desamparados ou necessitados. Neste Salmo lemos: preparas-me uma mesa. Esta declaração é muito significativa. No contexto bíblico significa amizade. Mesa, muito diferente do objeto que usamos hoje, pois naquela época não havia mesa com pernas como hoje, tem o significado de comunhão. Não se comia com uma pessoa desconhecida. Mesa é um lugar de vivência familiar. Comer com alguém é um ato de companheirismo, de amizade.
Os versículos 5 e 6 descrevem um homem que caminha no deserto. E como nos diz certo estudioso da Bíblia, “deserto é sinônimo de provação, de sofrimento, de abandono. Deserto é lugar sem vida, árido”. E este errante do deserto é perseguido, ameaçado, por bandoleiros do deserto. Ele, então, encontra um homem rico, que lhe dá abrigo e oferece sua amizade. Deus, então, revela-Se como um Amigo. Como Aquele que vê nossas necessidades, angústias e nos ampara. Quando nos tornamos amigos de Deus encontramos:
1. Segurança: Preparas uma mesa na presença dos meus adversários. Aquele homem rico e poderoso do deserto oferece sua amizade àquele homem perseguido, diante dos seus perseguidores. É como se ele dissesse: Esse homem que vocês estão perseguindo é meu amigo, está comigo e eu ofereço segurança a ele. Se vocês o querem, terão de me enfrentar. A amizade com Deus nos dá segurança. No capítulo 9 de Atos lemos sobre a conversão de Saulo. Neste episódio Jesus o interroga dizendo: “Saulo, Saulo, porque me persegues?” Era a igreja a quem Saulo perseguia. No entanto, a igreja é a menina dos olhos de Deus. Ir contra ela era ir contra o próprio Deus. Aquilo que Saulo estava fazendo aos cristãos o Senhor estava vendo como perseguição a Ele. Esta é a primeira lição que aprendemos aqui. Deus guarda os que são seus. Deus nos valoriza e toma as nossas dores. Aquele que colocou a sua fé em Cristo Jesus, quando tiver que passar pelo deserto, quando enfrentar perseguições deve se lembrar que tem um Amigo, o melhor Amigo, que o defende, que oferece abrigo, que sai em sua defesa, que lhe promete segurança para esta vida e para a eternidade.
2. Cuidado e Provisão: Unges-me a cabeça com óleo e o meu cálice transborda. A unção mencionada aqui não é a unção do sacerdote, não é a capacitação para o exercício de uma vocação. A ideia é a de refrigério. Andar pelo deserto, debaixo de um sol escaldante pode causar insolação. O amigo oferece amizade com uma refeição e refresca a cabeça do seu hóspede. Desfrutar da amizade de Deus é desfrutar de Seu cuidado para conosco. O poeta sacro diz: Deus cuida de mim, na sombra de Suas asas, Deus cuida mim. Por isso a Bíblia nos ensina: “Não andeis ansiosos de coisa alguma”. A ansiedade é filha da incredulidade e da desconfiança. A Bíblia nos ensina acerca de um Deus providente, que supre as nossas necessidades, que cuida dos seus filhos. A ideia de um cálice transbordante é a de abundância. Deus cuida e cuida bem dos seus filhos. Paulo nos diz que Deus é “muitíssimo mais poderoso para fazer muito mais além do que pedimos ou pensamos”.
3. Proteção: Bondade e misericórdia me seguirão. Há uma mudança no tempo verbal no versículo 6. Os verbos do v. 5 estão no presente, neste versículo estão no futuro. Com isso Davi nos ensina que a segurança, o cuidado e a provisão de Deus continuarão conosco, para sempre! O homem que caminha no deserto encontrou abrigo com aquele que lhe ofereceu sua amizade. Contudo, ao sair das tendas do seu amigo, os bandoleiros estarão lá. É aí que vem a promessa: Bondade e a misericórdia certamente me seguirão. Um pastor batista nos diz que bondade e misericórdia “são dois guarda-costas que realmente vêm grudados nas costas do homem para proteger”. Bondade é tudo o que é bom. Misericórdia é o amor do pacto, amor que levou Deus nos escolher. É um amor inalterável e inabalável. Paulo nos ensina que “se formos infiéis Ele permanece fiel porque não pode negar-se a si mesmo”. Assim posso crer que em cada dia da minha vida, não haverá um dia se quer que Deus se esqueça de mim. Não é esta a promessa de Jesus? “Eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século”.
Tudo o que o Salmo nos oferece encontramos na pessoa de Jesus Cristo. Jesus é o amigo melhor. Ele quer ser seu amigo, partilhar da sua mesa, quer cuidar de você, lhe oferece uma salvação que consiste de salvação nesta vida e por toda eternidade. Venha a Cristo e desfrute da amizade com Aquele que é também o nosso Pastor.
terça-feira, novembro 08, 2011
segunda-feira, novembro 07, 2011
AS BEM AVENTURANÇAS - Rev. Manoel Peres Sobrinho

Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte, e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e ele passou a ensiná-los, dizendo: Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus. Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que vieram antes de vós. Mateus 5:1-12
“Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” Mateus 5:3.
As bem-aventuranças “abrem” o Sermão do Monte como uma porta de rara beleza que dá acesso a um suntuoso templo. Neste caso, o templo é o da Verdade de Deus. Fazem parte da “Plataforma do Reino” como um resumido prefácio, onde seguem como resultados do comportamento daqueles que amam a Deus e encaminham suas vidas pelas verdades divinas. A sua singularidade está em que estas máximas são de caráter inegociável e só serão realidade, vista e proveitosa, quando cumpridas em sua totalidade, na simplicidade e seriedade como Jesus as estabeleceu. Como fazem parte do Reino de Deus, sua aparição se dá por toda a Bíblia, disseminadas como sementes da fé e frutos do amor a Deus, ora de forma explícita, ora de forma implícita, mas sempre concitando os filhos de Deus a uma resposta adequada e verdadeira diante das suas exigências. Estabelecem-se como desafios diários que devem ser buscados como uma finalidade da existência cristã, como parte da adoração e obediência que devem os filhos de Deus ao seu Senhor e Salvador. São promessas que seguirão aqueles que levam Deus a sério diariamente e em todo lugar e momento e que desejam espelhar em suas vidas nos santos caminhos do Senhor. Felizes serão aqueles que atentarem para estes ensinamentos.
Ore: Senhor, meu Deus. Renova em meu coração o desejo de buscar a felicidade e a alegria nos teus ensinamentos. Dá-me o prazer da obediência sem tristeza e a coragem da fé sem esmorecimento. Em nome de Cristo, amém.
Pense: Somente aqueles que perseveram nos caminhos do Senhor serão felizes, pois só eles completam nossas carências humanas.
Rev. Manoel Peres Sobrinho : http://mpfragmentos.blogspot.com
sábado, outubro 29, 2011
quinta-feira, outubro 13, 2011
VIVENDO DE MODO DIGNO DO SENHOR - Colossenses 1.9-11

O desejo de Paulo em relação aos irmãos de Colossos era que eles vivessem de modo que Deus fosse honrado. Deveriam proceder diante dos homens de tal modo que suas vidas trouxessem crédito para o nome do Seu Senhor. Na verdade este é o dever de todo verdadeiro cristão. “Viver de acordo com a doutrina e prática da Escritura Sagrada; honrar e propagar o Evangelho pela vida e pela palavra”. O apóstolo, escrevendo aos coríntios, ensina-nos esta mesma verdade: “Quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1 Co 10.31). Não há distinção entre palavras e ações, prática e doutrina. A vida do cristão é coerente, condizente e harmônica com tudo o que ele professa ser. A sã doutrina nos leva a conduta correta. Não há prática cristã sem o conhecimento da doutrina. Isto está claro no texto, o verbo “viver” está no infinitivo e introduz uma afirmativa de resultado esperado. Viver vidas dignas do Senhor é resultado prático daqueles que estão cheios do pleno conhecimento da sua vontade. “Quanto mais os filhos de Deus O conhecem, tanto mais irão amá-Lo; e quanto mais o amarem, também mais desejarão obedecê-lo em pensamento, palavras e ações”. O cristianismo não é um simples ‘modo de vida’ no sentido moderno, mas sempre um modo de vida fundamentado sobre uma doutrina. O Rev. Mauro Meister afirmou que “Evangelho não é comportamento, mas envolve viver a vida com uma dignidade que nos distancia de todos os demais”. Assim há um padrão de vida em Cristo! Paulo aponta quatro características de uma conduta digna do Senhor:
1. Frutificando em toda boa obra – Paulo deixa claro aqui que as boas obras não são o fundamento da graça, mas, sim, o fruto da graça em nós. “Boas obras são vistas no fruto de tudo aquilo que nós fazemos!” O Rev. Russel Shedd afirma que “não se trata de ação ou boa obra alguma que o homem possa efetuar para conseguir mérito aos olhos de Deus, mas, sim, atos cheios de amor que quem os observa não pode explicá-los sem recorrer à operação de Deus na vida do cristão”.
2. Crescendo no pleno conhecimento de Deus – “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor ... porque eu quero misericórdia e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus mais do que os holocaustos” (Os 6.3,6).
3. Sendo fortalecidos com todo poder – “O aforismo ‘conhecimento é força’ é verdadeiro na vida espiritual mais do que em qualquer outra área. Quando uma pessoa cresce no pleno conhecimento de Deus, sua força e coragem aumentam” (Hendriksen). Tudo posso Naquele que me fortalece, diz o apóstolo Paulo, que diante das dificuldades pregou o Evangelho com perseverança e longanimidade.
4. Dando, com alegria, graças ao Pai – “E, quanto fizerdes por palavras ou obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por Ele graças a Deus Pai” (Cl 3.17).
Você, meu irmão (ã), tem vivido de modo digno do Senhor? Há coerência no seu proceder com aquilo que você declara crer? Deus tem sido glorificado através das palavras e ações que você realiza? “Se a nossa vida, como cristãos, deixar de corresponder à vida do Senhor, estaremos andando indignamente”










